O ser humano, em comparação as mais variadas
espécies existentes é a que apresenta a maior capacidade de adaptação ao
ambiente natural, indo de lugares remotos, como o deserto mais causticante, ao
frio extremo do continente antártico. Essa capacidade inteligente de adaptação
só foi possível, porque o homem sempre criou meio e formas para fixar-se a um
ambiente próprio, diferente do que acontece no meio circundante-natural ou
chamado de cultural. Junto com essa ambientação “fácil” e a criação de um
espaço próprio, veio a capacidade de construção e modificação do ambiente
natural. Assim, os seres humanos desenvolveram ferramentas que multiplicaram
suas habilidades. O homem também aprendeu a andar em grupos, formando assim as
primeiras civilizações. No começo, o trabalho era na base da caça e da coleta
de grãos e frutas, com o passar do tempo o homem aperfeiçoou-se no ramo da
agricultura. Com isso foram formadas as primeiras sociedades, gerando funções
dentro da mesma. O crescimento das sociedades surgiu à necessidade da expansão
de plantação e criação de animais. O espaço geográfico foi alterado advindo
dessa demanda, levando assim a exportação dos animais típicos da região, tudo
para proteger o perímetro estabelecido pelo próprio homem. A partir desse
período com as grandes concentrações humanas, também surgiram epidemias, pragas
e doenças.
Com a Revolução Industrial, houve um grande
impacto no meio ambiente, e no mesmo tempo que a economia crescia, as grandes
indústrias poluíam de forma desenfreada os rios, o solo e a atmosfera. O
problema é que com o crescimento desordenado houve um processo jamais visto
pela sociedade, a grande utilização de quantidade de energia e recursos
naturais configuraram quadro de degradação contínua do meio ambiente. O consumo
excessivo de recursos naturais, muitos não renováveis (petróleo e carvão
mineral), assim como a contaminação do ar, do solo, das águas e o
desflorestamento são reflexos dos problemas que a industrialização trouxe à
sociedade e ao ambiente. Essa nova consciência nada mais é que o Desenvolvimento
Sustentável Agregado à Responsabilidade Social. O surgimento das ONGs facilitou
muito para que as empresas e a sociedade tivessem uma visão mais clara da
situação na qual estamos à medida da tomada de consciência ambiental tanto da
sociedade quanto das empresas, trouxe o surgimento de um novo tipo de
consumidores, chamados de “verdes” que tem total preocupação com o meio
ambiente. Esse novo consumerismo mostra suas preocupações ambientais na hora da
compra, utilizando produtos que menos causam impactos negativos ao meio
ambiente. Eles assumem que podem pagar um preço maior pelo produto
ecologicamente correto. Por outro lado, este consumidor manifesta total repúdio
em relação aqueles produtos que contaminam o ambiente. Já as empresas têm
procurado manter um posicionamento favorável junto aos consumidores. As
necessidades recentes do cliente-cidadão chamaram a atenção do marketing,
mostrando a importância da preservação da natureza, assumindo várias
denominações, entre as quais: Marketing ecológico, verde ou ambiental. Do ponto
de vista do marketing ambiental, além do cliente, outros públicos que direta ou
indiretamente se relacionam com a empresa devem merecer atenção, são os grupos
ambientalistas, os fornecedores, os distribuidores, o governo, o seu entorno.
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A busca por uma vida mais saudável promove preocupações
ambientais, constitui hoje um aspecto importante a ser levado em consideração
ao adquirir um produto. A construção do apelo ecológico do produto só terá
condições de firmar se todo ciclo de vida e o seu processo de fabricação
estiverem adequados as exigências ambientais.
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Caso contrário, a empresa perderá prestígio e o
respeito e, como os que atuam no meio sabem recuperar a reputação é bem mais
difícil que construí-la.
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“Os profissionais de RH podem ser os personagens
principais na base de uma estratégia de sustentabilidade corporativa. Várias
organizações estão começando a pensar seriamente na ligação entre
sustentabilidade e engajamento dos funcionários por meio do RH.” A
responsabilidade social corporativa passa a ser considerado um elemento
importante para o desenvolvimento dos negócios e para estabelecer relações
positivas das empresas (stakeholders).
Não devemos pensar em sustentabilidade como
algo limitado ao meio ambiente, assim como responsabilidade social não se
limita a ações ou investimentos em projetos sociais. Responsabilidade social
corporativa significa captar e agir em resposta a essa nova demanda da
sociedade, que é a de que o valor criado por uma empresa se reflita em benefícios
não somente para seus sócios, mas que tenha também um embate positivo para o
conjunto dos afetados por suas operações, em particular o meio ambiente e
seus próprios funcionários e o restante da sociedade.
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Tente, invente,
faça um desenvolvimento sustentável diferente.
Catiane Fernandes,
Cíntia Machado,
Evilis Funaki
Silvana Duplat
Silvania Santos
Vanessa Costa
Judite
Cíntia Machado,
Evilis Funaki
Silvana Duplat
Silvania Santos
Vanessa Costa
Judite

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